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quinta-feira, 21 de junho de 2012

Quantas vezes você morre?

Joãozinho pergunta para Marcelinho:

- Quantas vezes você morre?

Marcelinho responde:

Uma só! E você?

Joãozinho completa: "Eu também, mas a Alanis Morrisete".


Pesquisa realizada no site:

http://www.somatematica.com.br

segunda-feira, 5 de março de 2012

Pérolas da matematica

"A principal função da raiz é se enterrar."

"Ângulo é duas linhas que vão indo e se encontram."

"Triângulo são os filhos trigêmeos do ângulo."

"Circunferência é uma roda chata. Para a sua fabricação usamos o compasso."

"Tangente é quando a bola passa raspando no jogo de futebol. Ela também tem o nome de trave."

"Conjunto vazio é aquele em que os músicos não sabem nada de música."

"Um paralelepípedo é um animal cujos dois pés são paralelos."
"Um número concreto é um número que vemos a olho nu."

"Triângulo é quando duas pessoas gostam da mesma, como vemos nas novelas o dito chamado ‘triângulo amoroso’."

"Quando abre o ângulo é seno e quando fecha é cosseno porque cola no seno."

Pesquisa realizada no site:
 http://www.somatematica.com.br

sábado, 3 de março de 2012

Pi


O número Pi


O homem viajando

Um homem viajando de balão se perdeu e resolveu parar em uma cidade para pedir informações:
-Por favor, onde estou?
- Você está nas coordenadas 30°s 45°w e o norte fica naquela direção .
- Você é físico?
- Como você sabe?
- É que você me deu uma resposta que mostra seu conhecimento do espaço ao seu redor.
Seguindo viagem o homem novamente se perde e pára em outra cidade.
- Por favor, onde estou?
- Você está em Cascavel, a igreja fica ali na frente, o prefeitura é virando aquela rua e se você seguir por esta estrada vai parar em Fortaleza.
- Você é engenheiro?
- Como você sabe?
- É que você me deu uma resposta que me mostra seu conhecimento da cidade.
Novamente perdido o baloneiro para na terceira cidade.
-Por favor, onde estou?
-Você está em um balão.
-Você é matemático?
-Como você sabe?
-É que você me deu uma resposta única, exata e que não me serve pra nada.

A loira

A loira entra na farmácia segurando um bebê e pergunta a o balconista se pode usar a balança de bebê, de graça.
- Lamento minha senhora, nossa balança que pesa bebês está no conserto. Mas, podemos calcular o peso do bebê, se pesarmos a mãe e o bebê juntos, na balança de adulto Em seguida, pesamos a mãe sozinha, e subtraímos o segundo valor do primeiro!
- Ah! Isso não vai Dar certo – diz a loura.
- Por que não?
- Porque eu não sou a mãe, sou a tia!

domingo, 16 de outubro de 2011

O viajante

Um homem viajando de balão se perdeu e resolveu parar em uma cidade para pedir informações:
-Por favor, onde estou?
- Você está nas coordenadas 30°s 45°w e o norte fica naquela direção .
- Você é físico?
- Como você sabe?
- É que você me deu uma resposta que mostra seu conhecimento do espaço ao seu redor.
Seguindo viagem o homem novamente se perde e pára em outra cidade.
- Por favor, onde estou?
- Você está em Cascavel, a igreja fica ali na frente, o prefeitura é virando aquela rua e se você seguir por esta estrada vai parar em Fortaleza.
- Você é engenheiro?
- Como você sabe?
- É que você me deu uma resposta que me mostra seu conhecimento da cidade.
Novamente perdido o baloneiro para na terceira cidade.
-Por favor, onde estou?
-Você está em um balão.
-Você é matemático?
-Como você sabe?
-É que você me deu uma resposta única, exata e que não me serve pra nada.
Pesquisa realizada no site:
http://www.fazendomatematica.com/2010/08/piadas-matematicas.html

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Lógica Matemática

Deus é amor.
O amor é cego.
Steve Wonder é cego.
Logo, Steve Wonder é Deus.
Nada é melhor que a felicidade eterna.
Um tomate já é melhor do que nada.
Logo, um tomate é melhor que a felicidade eterna.
Tudo o que é raro é caro.
É raro uma coisa boa e barata.
Logo, o que é bom e barato, é caro!
Imagine um pedaço de queijo suíço,
    daqueles bem cheios de buracos.
Quanto mais queijo, mais buracos.
Cada buraco ocupa o lugar em que haveria queijo.
Assim, quanto mais buracos, menos queijo.
Quanto mais queijos mais buracos,
e quanto mais buracos, menos queijo.
Logo, quanto mais queijo, menos queijo!
Toda regra tem exceção.
Isto é uma regra.
Logo, deveria ter exceção.
Portanto, nem toda regra tem exceção.
Disseram-me que eu sou ninguém.
Ninguém é perfeito.
Logo, eu sou perfeito.
Mas só Deus é perfeito.
Portanto, eu sou Deus.
Se Steve Wonder é Deus,
então eu sou Steve Wonder...

Pesquisa realizada no site:
http://www.fisica-interessante.com/piada-de-matematica-logica.html

Tragédia Matemática

   Num certo livro de Matemática, um quociente apaixonou-se por uma incógnita.
  Ele, o quociente, produto de notável família de importantíssimos polinômios.
  Ela, uma simples incógnita, de mesquinha equação literal. Oh! Que tremenda desigualdade. Mas como todos sabem, o amor não tem limites e vai do mais infinito ao menos infinito.
  Apaixonado, o quociente a olhou do vértice à base, sob todos os ângulos, agudos e obtusos. Era linda, uma figura ímpar e punha-se em evidência: olhar rombóide, boca trapezóide, seios esféricos num corpo cilíndrico de linhas senoidais.
- Quem és tu? Perguntou o quociente com olhar radical.
- Eu sou a raiz quadrada da soma do quadrado dos catetos, mas pode me chamar de Hipotenusa.      Respondeu ela com expressão algébrica de quem ama.
  Ele fez de sua vida uma paralela à dela, até que se encontraram no infinito. E se amaram ao quadrado da velocidade da luz, traçando ao sabor do momento e da paixão, retas e curvas nos jardins da quarta dimensão. Ele a amava e a recíproca era verdadeira. Se adoravam nas mesmas razões e proporções no intervalo aberto da vida.
  Três quadrantes depois, resolveram se casar. Traçaram planos para o futuro e todos desejaram felicidade integral. Os padrinhos foram o vetor e a bissetriz.
  Tudo estava nos eixos. O amor crescia em progressão geométrica. Quando ela estava em suas coordenadas positivas, tiveram um par: o menino, em honra ao padrinho, chamaram de Versor; a menina, uma linda Abscissa. Ela sofreu duas operações.
  Eram felizes até que, um dia, tudo se tornou uma constante. Foi aí que surgiu um outro. Sim, um outro. O máximo divisor comum, um freqüentador de círculos viciosos. O mínimo que o máximo ofereceu foi uma grandeza absoluta.
  Ela sentiu-se imprópria, mas amava o Máximo. Sabedor desta regra de três, o quociente chamou-a de fração ordinária. Sentiu-se um denominador comum, resolveu aplicar a solução trivial: um ponto de descontinuidade na vida deles.
  Quando os dois amantes estavam em colóquio amoroso, ele em termos menores e ela de combinação linear, chegou o quociente e num giro determinante, disparou o seu 45.
  Ela foi transformada numa simples dízima periódica e foi para o espaço imaginário e ele foi parar num intervalo fechado, onde a luz solar se via através de pequenas malhas quadráticas.

Pesquisa realizada no site:
http://www.fisica-interessante.com/piada-de-matematica-tragedia.html